• Gestão & Educação (Agosto/2023)
    v. 6 n. 08 (2023)

    IMPACTOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO

    A inteligência artificial (IA) tem demonstrado um enorme potencial para revolucionar diversos setores, e a educação não é exceção. Os impactos da IA na área educacional têm sido estudados e discutidos por especialistas e pesquisadores em todo o mundo.  Uma das principais maneiras pelas quais a IA está impactando a educação é a personalização do ensino. Com o uso da IA, é possível coletar e analisar grandes volumes de dados sobre o desempenho dos alunos, permitindo que os educadores identifiquem as necessidades individuais de cada estudante. Com base nessa análise, os sistemas de IA podem criar planos de ensino personalizados, adaptando o conteúdo e a forma como é apresentado para atender às necessidades específicas de cada aluno. Isso proporciona uma experiência de aprendizado mais eficiente e efetiva para cada estudante, maximizando seu potencial de desenvolvimento. Um dos principais benefícios desse modelo é que ele permite uma maior aproximação entre o estudante e o conhecimento, tornando o processo de aprendizagem mais significativo e engajador. Além disso, o protagonismo do estudante contribui para a formação de cidadãos mais críticos, participativos e preparados para atuar na sociedade. A IA também tem o potencial de ampliar o acesso à educação. Com o uso de plataformas de aprendizagem online baseadas em IA, é possível disponibilizar material educacional de alta qualidade para estudantes em qualquer lugar do mundo. Isso é especialmente importante em regiões remotas ou em países com poucos recursos educacionais, onde a IA pode ajudar a democratizar o acesso ao conhecimento. Os impactos da IA na educação são vastos e promissores. A personalização do ensino, a identificação de problemas de aprendizado, a criação de assistentes virtuais e a ampliação do acesso à educação são apenas algumas das maneiras pelas quais a IA está transformando a forma como aprendemos. À medida que avançamos nessa área, é essencial buscar uma integração responsável e ética da IA na educação, garantindo que ela seja usada como uma ferramenta para potencializar o aprendizado e o desenvolvimento dos alunos.


    Profa. Dra. Adriana Alves Farias
    Editora-chefe - Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Gestão & Educação (Dezembro/2024)
    v. 7 n. 12 (2024)

    UM NOVO CAPÍTULO NA EDUCAÇÃO
    Ao nos despedirmos de mais um ano, a edição de dezembro da Revista Gestão & Educação convida nossos leitores a refletirem sobre os caminhos que percorremos no campo educacional e as perspectivas que se abrem para o futuro. Este é um momento oportuno para avaliarmos os desafios superados, celebrarmos as conquistas e, acima de tudo, renovarmos nosso compromisso com uma educação de qualidade para todos. O ano que se encerra foi marcado por intensas transformações, não apenas na forma como concebemos o ensino, mas também nas políticas públicas e nas práticas pedagógicas. A integração da tecnologia ao cotidiano escolar, os avanços na inclusão e diversidade e a necessidade de fortalecer a formação docente foram alguns dos temas que dominaram o cenário educacional. Em meio a essas mudanças, professores, gestores e pesquisadores se destacaram como protagonistas ao buscarem soluções criativas e eficazes para as questões emergentes. Dezembro é, tradicionalmente, um mês de balanços e expectativas. Olhamos para trás com gratidão e aprendizado e olhamos para frente com esperança e determinação. Que as discussões trazidas nesta edição possam inspirar novas ideias, fomentar debates e fortalecer as práticas educacionais em todo o país. Desejamos a todos os nossos leitores um final de ano repleto de inspiração e um início de 2025 marcado pela renovação do compromisso com a educação. Que juntos possamos construir um futuro no qual o acesso ao conhecimento seja um direito garantido e universal.
    Boa leitura e até o próximo ano!
    Profª Dra. Adriana Alves Farias
    Editora Chefe - Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Gestão & Educação (Abril/2022)
    v. 5 n. 02 (2022)

     Profissão: PROFESSOR

    Quando falamos em Educação é imprescindível abordarmos questões como a redução das desigualdades educacionais por meio de uma política transformadora educacional. Isso impacta pensar na formação do professor e no reflexo da sua atuação em sala de aula. Atualmente é possível observar que, por meio das pesquisas acadêmicas, a educação brasileira passou por mudanças nas formas de aprender e ensinar. Os cursos de licenciatura visam preparar os futuros professores para dialogarem com a realidade dentro da sala de aula atuando como mediadores da aprendizagem. Para estimular a leitura sobre o que alguns educadores
    produzem no cotidiano escolar brasileiro, a Revista Gestão & Educação apresenta mais uma edição das pesquisas produzidas por esses profissionais.


    Adriana Alves Farias
    Editora-chefe da Revista Territórios
    Profa. Doutora em Língua Portuguesa– PUC-SP

  • Gestão & Educação (Março/2024)
    v. 7 n. 03 (2024)

    AUMENTO DA PARTICIPAÇÃO ESTUDANTIL NAS ESCOLAS

    O aumento da participação estudantil nas escolas é um tema crucial na educação contemporânea, pois promove o engajamento dos alunos em seu próprio processo educacional, contribuindo  para um ambiente escolar mais dinâmico e eficaz. Esse aumento pode ocorrer de diversas formas, como incentivando a participação ativa dos alunos nas atividades curriculares e extracurriculares, criando espaços para o diálogo e a colaboração entre estudantes e professores, e promovendo a autonomia e a responsabilidade dos alunos em relação ao seu aprendizado. Além disso, estratégias como a aplicação de métodos de ensino mais interativos e participativos, o estímulo ao debate e à reflexão crítica, e o reconhecimento e valorização das diversas habilidades e interesses dos alunos também podem contribuir significativamente para o aumento da participação estudantil nas escolas. Em suma, ao priorizar e promover a participação ativa dos alunos, as escolas não apenas melhoram o processo de ensino e aprendizagem, mas também preparam os estudantes para se tornarem cidadãos mais conscientes, críticos e engajados em suas comunidades.

    Profª Dra. Adriana Alves Farias
    Editora Chefe - Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Revista Gestão & Educação (JunLho/2025)
    v. 8 n. 07 (2025)

    EDUCAÇÃO EM TRANSFORMAÇÃO: INOVAÇÃO, EQUIDADE E SUSTENTABILIDADE NO CENÁRIO ATUAL
    A edição de julho da Revista Gestão & Educação chega em um momento decisivo para a reflexão e o fortalecimento da prática educacional no Brasil e no mundo. Em tempos de transformações rápidas, intensificadas por avanços tecnológicos, mudanças sociais e desafios globais, a educação se vê diante da necessidade de se reinventar constantemente — não apenas em seus métodos, mas também em seus propósitos. Nesta edição, reunimos artigos que abordam questões cruciais para o presente e o futuro da educação: inovação pedagógica, inclusão e equidade no ensino, formação docente crítica, sustentabilidade nas práticas escolares e os impactos das novas tecnologias na
    aprendizagem. São estudos e experiências que revelam  a riqueza e a complexidade do fazer educativo, propondo caminhos possíveis para uma educação mais justa, acessível e alinhada às necessidades contemporâneas Destacamos também a importância da gestão educacional como eixo estratégico para a efetivação de políticas públicas, a valorização dos profissionais da educação e a construção de ambientes escolares mais colaborativos e transformadores. A boa gestão, aliada à pesquisa e ao comprometimento ético, é fundamental para que as mudanças desejadas se consolidem com responsabilidade e efetividade. Convidamos nossos leitores — pesquisadores, educadores, gestores e estudantes — a mergulharem nas reflexões aqui apresentadas e a participarem ativamente do debate sobre os rumos da educação. Que esta edição seja mais uma ponte entre a teoria e a prática, entre o conhecimento produzido e as realidades vividas nas salas de aula, nos gabinetes de gestão e nas comunidades escolares.
    Boa leitura!
    Profª Dra. Adriana Alves Farias
    Editora Chefe - Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Gestão & Educação (Novembro/2022)
    v. 5 n. 09 (2022)

     A IMPORTÂNCIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

    O dia 20 de novembro marcou a comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra, data em que Zumbi do Palmares, líder de um dos maiores quilombos e símbolo de resistência negra, morto em 1695. Relembrar Zumbi em novembro é trazer a luta e a resistência para o centro da discussão. O racismo está na contramão de toda a evolução que desejamos política e economicamente. A gente vive em um país sem memória, mas precisamos lembrar que o respeito ao próximo é o básico. A diversidade é um dos bens mais preciosos que temos e apenas tendo essa representatividade teremos um país mais justo e igualitário. É preciso ter “consciência negra” o ano inteiro e não somente no dia 20 ou durante o mês de novembro. É preciso reconhecer lugares de privilégios dentro da estrutura social. E como diz a filósofa estadunidense Angela Davis: “Numa sociedade racista não basta não ser racista, é preciso ser antirracista”. O dia 20 de novembro, como o Dia da Consciência Negra, veio para contribuir com a problematização e rompimento de padrões estéticos, morais e culturais na sociedade brasileira. Tem como ponto central pensar em estratégias para construir e reconstruir, a todo momento, a humanidade da população negra. Nesse processo, a educação é uma ferramenta fundamental. Porém, a sociedade precisa criar condições para implementar mudanças de paradigmas e, consequentemente, romper com dogmas e estigmas. Assim, celebrar essa data significa também reconhecer que o racismo existe e precisa ser superado.


    Profa. Dra. Adriana Alves Farias
    Editora-chefe

  • Gestão & Educação (Junho/2023)
    v. 6 n. 06 (2023)

    O PROFESSOR E O RESGATE DA EDUCAÇÃO IDEAL


    O professor desempenha um papel fundamental na educação ideal. Ele é o facilitador do aprendizado, que ajuda os alunos a adquirirem conhecimento, habilidades e valores que irão prepará-los para o mundo.  Um professor ideal é alguém que está entusiasmado com o ensino e está comprometido em ajudar seus alunos a alcançar seus objetivos. Ele é um guia e um mentor, que tem uma paixão pelo aprendizado e uma crença inabalável na capacidade de seus alunos para ter sucesso. Além disso, o professor ideal é alguém que é capaz de adaptar suas estratégias de ensino às necessidades individuais de cada aluno. Ele entende que os alunos têm diferentes estilos de aprendizagem e que cada um precisa de um tipo diferente de suporte e orientação. O professor ideal também é um modelo positivo para seus alunos. Ele ensina pelo exemplo, demonstrando ética, respeito e preocupação pelo bem-estar de seus alunos e da comunidade em que vivem. Em resumo, o papel do professor na busca por uma educação ideal é inestimável. É através de um professor dedicado e comprometido que os alunos podem adquirir as habilidades e valores necessários para serem bem-sucedidos na vida.


    Profa. Dra. Adriana Alves Farias
    Editora-chefe
    Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Revista Gestão & Educação (outubro/2024)
    v. 7 n. 10 (2024)

    EDUCAÇÃO AMBIENTAL - O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA

    Em um mundo cada vez mais impactado pelas mudanças climáticas e a degradação ambiental, a Educação ambiental emerge como uma ferramenta crucial para promover a conscientização e a mudança de atitudes. Este editorial explora a importância de educar as novas gerações para que compreendam a relação entre suas ações e o meio ambiente, e para que se tornem agentes de transformação sustentável. A Educação Ambiental vai além da sala de aula, envolvendo a comunidade, os governos e as empresas na busca por práticas mais responsáveis e sustentáveis. O desafio de hoje é construir uma sociedade mais consciente e ativa na reservação do planeta para as futuras gerações.

    Profª Dra. Adriana Alves Farias Editora Chefe - Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Gestão & Educação (Março/2021)
    v. 3 n. 02 (2021)

     Qual a importância da educação?

    A Educação possui impacto em todas as áreas da vida em sociedade. Nesse sentido, o acesso a uma Educação de qualidade contribui para o progresso individual e coletivo do povo, uma vez que ajuda não só no desenvolvimento do país, como de cada pessoa. A importância da Educação vai além do aumento da renda ou das chances de se obter um bom emprego. Perguntar sobre a importância da Educação é como perguntar qual a importância das relações em sociedade. É por meio da Educação que nos preparamos para todas as áreas da vida e garantimos nosso desenvolvimento social, econômico e cultural. Nesse contexto, é imprescindível pontuar Paulo Freire que nos coloca a importância de ser um eterno aprendiz ao afirmar que “não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino”, para tanto, a fim de contribuir com a pesquisa na área da Educação, apresentamos mais uma edição da Revista Facon, onde poderemos ler e analisar as contribuições dos educadores com suas pesquisas.


    Boa leitura!


    Profa. Ma. Adriana Alves Farias
    Editora Revista Faconnect

  • Gestão & Educação (Janeiro/2024)
    v. 7 n. 01 (2024)

    COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS

    As competências socioemocionais na área da educação referem- se ao desenvolvimento de habilidades emocionais e sociais em alunos, além das tradicionais habilidades acadêmicas. Isso inclui promover a autoconsciência, autogerenciamento, empatia, habilidades de relacionamento e tomada de decisão responsável. Reconhecendo que o sucesso na vida não depende apenas do conhecimento acadêmico, a abordagem das competências socioemocionais visa preparar os alunos para enfrentar desafios, colaborar efetivamente, resolver conflitos e cultivar relacionamentos saudáveis. Essa ênfase contribui para um ambiente escolar mais positivo, melhora o engajamento dos alunos e os prepara para uma vida adulta mais equilibrada e bem-sucedida. A ênfase nas competências socioemocionais reconhece a importância de habilidades além das acadêmicas, visando a formação integral dos indivíduos. Essas competências são essenciais para o sucesso na vida pessoal e profissional, contribuindo para o bem-estar emocional, a resiliência e a construção de comunidades mais saudáveis e colaborativas. As competências socioemocionais na educação representam uma abordagem integral para o desenvolvimento dos alunos, reconhecendo que o sucesso na vida vai além do domínio de conteúdos acadêmicos. Ao cultivar a autoconsciência, o autogerenciamento, a empatia e as habilidades sociais, as instituições educacionais contribuem não apenas para o crescimento intelectual, mas também para a formação de indivíduos emocionalmente inteligentes e socialmente competentes. Essas competências não só fortalecem o bem-estar emocional dos estudantes, mas também preparam para os desafios da vida, fomentando cidadãos capazes de colaborar, resolver problemas e contribuir positivamente para a sociedade. Portanto, investir nas competências socioemocionais na educação é um passo crucial para a construção de um ambiente educacional mais completo, equitativo e preparatório para as complexidades do mundo contemporâneo.


    Profª Dra. Adriana Alves Farias
    Editora Chefe - Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Revista Gestão & Educação (Maio/2025)
    v. 8 n. 05 (2025)

    GESTÃO ESCOLAR COMO ATO DE CORAGEM: LIDERANDO A EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE TRANSFORMAÇÃO
    O mês de maio, com suas múltiplas simbologias, convida à reflexão sobre o papel essencial da escola na formação das novas gerações. E, nesse contexto, falar de educação é falar diretamente com quem está na linha de frente: o gestor escolar. Em um cenário cada vez mais desafiador — marcado por avanços tecnológicos, instabilidade social e mudanças profundas nas formas de aprender e ensinar — a gestão escolar deixou de ser uma função técnica e passou a ser, sobretudo, um ato de liderança transformadora. Mais do que administrar recursos ou garantir o funcionamento da escola, o gestor de hoje precisa ser articulador de sonhos, construtor de pontes e defensor incansável da equidade.
    Sabemos que não há soluções simples para problemas complexos. A evasão escolar, os desafios da inclusão, a sobrecarga docente e as limitações orçamentárias são apenas algumas das questões que atravessam o cotidiano das escolas públicas e privadas em todo o país. No entanto, é justamente nesse cenário que a boa gestão se destaca: aquela que escuta sua comunidade, que valoriza o protagonismo dos professores, que investe em formação contínua e que coloca o bem-estar dos estudantes no centro de suas decisões. O papel do gestor escolar é, mais do que nunca, o de um líder educador: alguém que sonha com a escola que ainda não existe, mas trabalha diariamente para torná-la possível. Que esta edição seja uma ferramenta a mais em sua jornada — e um lembrete de que educar, hoje, exige não apenas conhecimento técnico, mas coragem, escuta e compromisso ético com o futuro.

    Profª Dra. Adriana Alves Farias
    Editora Chefe - Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Gestão & Educação (Setembro/2022)
    v. 5 n. 07 (2022)

     ESCREVER TEXTOS

    Constantemente nos deparamos com a situação de escrever textos coesos e coerentes, para tanto, planejar a organização do texto é o que faz toda a diferença. A ato de escrever requer mais do que raciocínio, escrever é um processo mental que leva à investigação. Por meio da escrita é possível refletir, organizar ideias e reproduzí-las com mais clareza. O princípio e motivo básico da escrita é a expressão de um pensamento, de sentimentos, de conhecimento, de uma reflexão, etc. Isso significa afirmar que é a exposição escrita do que poderia ter sido dito. Há situações, assuntos, memórias que precisam ser escritas e não faladas! A escrita, nesse contexto, passa ser como o escape daquilo que está dentro de nós! Partindo desse pressuposto, a Revista Gestão & Educação apresenta mais uma edição que apresentará os sentimentos, pensamentos, autoconhecimentos e pesquisas dos educadores.


    Boa leitura!

    Profa. Dra. Adriana Alves Farias
    Editora-chefe

  • Gestão & Educação (Abril/2023)
    v. 6 n. 04 (2023)

      PRINCIPAIS MOTIVOS PARA TRABALHAR A ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL


    Por meio de atividades artísticas, as crianças participam da concepção de uma ideia, materializando suas interpretações sobre o que foi aprendido, o que ajuda no desenvolvimento do pensamento e na compreensão das diferenças. Os principais motivos Os principais motivos para trabalhar a arte na educação infantil são:
    • Expressar as emoções;
    • Desenvolver a criatividade;
    • Estimular a escrita;
    • Aguçar a percepção dos sentidos;
    • Reconhecer a si e aos outros;
    • Ampliar o autoconhecimento;
    • Desenvolver o pensamento crítico em relação à realidade.

    Além disso, a arte também colabora fornecendo conhecimentos necessários para a vida em sociedade, pois capacita os indivíduos a enxergarem, de forma crítica, as situações e os elementos que o cercam. O papel da arte na educação é de extrema importância para ajudar as crianças no desenvolvimento motor e cognitivo e para que cresçam exercitando o pensamento crítico. A arte é um meio de abrir portas e janelas para o pleno desenvolvimento intelectual e criativo do seu filho. Valorize-a na educação infantil.


    Profa. Dra. Adriana Alves Farias
    Editora-chefe

  • Revista Gestão & Educação (Agosto/2024)
    v. 7 n. 08 (2024)

    RECOMPOSIÇÃO DA APRENDIZAGEM
    A recomposição da aprendizagem refere-se a processos e estratégias voltadas para recuperar ou
    melhorar o aprendizado dos estudantes, especialmente em contextos onde houve interrupções ou lacunas
    significativas na educação. Esse tema ganhou destaque especial devido à pandemia de COVID-19, que
    resultou em perdas de aprendizado devido ao fechamento de escolas e a transição para o ensino remoto.
    A recomposição da aprendizagem é crucial
    para mitigar os efeitos de interrupções educacionais e garantir que os estudantes possam alcançar seu pleno potencial acadêmico e pessoal. Principais pontos da recomposição da aprendizagem
    incluem: Diagnóstico das Lacunas de Aprendizagem: Avaliar o nível atual de conhecimento dos alunos
    para identificar onde estão as maiores deficiências. Personalização do Ensino: Adaptar métodos e
    conteúdos educativos para atender às necessidades individuais dos alunos, focando nas áreas onde há maiores
    dificuldades. Intensificação do Ensino: Implementação de aulas de reforço, tutoriais adicionais e atividades extracurriculares para aumentar o tempo de aprendizado. A recomposição da aprendizagem, portanto, é essencial para assegurar que todos os estudantes tenham a oportunidade de alcançar seus objetivos educacionais
    e se preparar adequadamente para o futuro, independentemente das interrupções que possam enfrentar.

    Profª Dra. Adriana Alves Farias
    Editora Chefe - Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Revista Gestão & Educação (Dezembro 2025)
    v. 8 n. 12 (2025)

    ENCERRAMENTO DE ANO E OS NOVOS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO


    Ao concluir mais um ciclo, a educação brasileira reafirma seu papel central em um cenário marcado por transformações rápidas e demandas crescentes. O ano de 2025 evidenciou a importância de uma gestão educacional sólida, capaz de equilibrar inovação, responsabilidade e coerência pedagógica. A consolidação das tecnologias digitais, especialmente a inteligência artificial aplicada à aprendizagem, trouxe avanços significativos, ao mesmo tempo em que exigiu atenção permanente à ética, à segurança de dados e à valorização do trabalho docente. Assim, encerramos o ano com importantes conquistas, mas também com desafios que seguem convocando reflexão e planejamento. Que este momento de fechamento sirva para fortalecer compromissos, alinhar estratégias e preparar o terreno para um 2026 mais eficiente, inclusivo e orientado à melhoria contínua. A Revista Gestão & Educação deseja a todos um excelente final de ano e êxito nas práticas que se renovarão no próximo ciclo.

     Boa Leitura!
    Profª Dra. Adriana Alves Farias
    Editora Chefe - Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Gestão & Educação (Julho/2020)
    v. 2 n. 3 (2020)

     Olá amigos,

    A Revista Gestão & Educação chega ao seu terceiro número. Para muitos, isso não seria algo interessante. Porém, quando consideramos o atual momento pelo qual a humanidade passa, isto é, a Pandemia de COVID-19, é preciso ter em conta que isso é uma grande realização. Trata-se, em primeiro lugar, de uma superação. Afinal, mesmo em meio as dificuldades, a tarefa da Revista Gestão & Educação continua sendo a divulgação científica da produção de educadores e profissionais nas áreas ligadas a gestão, que compartilham de suas experiências, pesquisas e ações, de modo a contribuir para o desenvolvimento dessas áreas essenciais. Supera-se as barreiras, de alguma maneira impostas, para cumprir a sua razão de ser. Em segundo lugar, percebe-se essa superação naqueles que, escolhendo a Gestão & Educação, como meio de tornar público o seu trabalho, não se demoveram dele mesmo com as dificuldades. Deste modo, cada contribuição é em si superação e avanço sobre os desafios, de modo que podemos apresentar os seguintes trabalhos para você, nosso leitor. Nesta edição, temos doze trabalhos voltados para a área da educação, abrangendo vários de seus aspectos como métodos de gestão e qualidade escolar, tópicos ligados às relações de psicomotricidade, psicopedagogia e neurologia aplicados à educação, bem como aspectos metodológicos para melhor efetivação do processo ensino-aprendizagem.

    Mais uma vez agradecemos a todos os articulistas pelas suas contribuições e convidamos você desfrutar dessa edição.

    Grande abraço!

    Boa Leitura!

    Dr. Gladson Cunha - Editor-Geral

  • Gestão & Educação (Novembro/2023)
    v. 6 n. 11 (2023)

    CONSCIÊNCIA NEGRA

    A Consciência Negra é uma celebração e movimento que surgiu para promover a conscientização sobre a história, cultura e contribuições dos afrodescendentes, bem como para combater o racismo e a discriminação racial. Ela é celebrada em diversos países, com datas variadas, mas é especialmente importante no Brasil, onde o Dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares, líder do maior quilombo brasileiro. A Consciência Negra visa destacar a importância da preservação da cultura africana e afrodescendente, além de reconhecer a luta histórica pela igualdade de direitos e combate ao racismo estrutural. Durante a celebração, acontecem eventos culturais, debates, palestras e manifestações artísticas que promovem a reflexão sobre a questão racial e estimulam a solidariedade e a inclusão de afrodescendentes na sociedade. No Brasil, a Consciência Negra é também uma oportunidade para reforçar a importância da promoção da igualdade racial, do respeito à diversidade e da construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, na qual todas as pessoas, independentemente de sua origem étnica, tenham igualdade de oportunidades e tratamento.


    Profª Dra. Adriana Alves Farias

    Editora Chefe - Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Gestão & Educação (Março/2025)
    v. 8 n. 03 (2025)

    GESTÃO EDUCACIONAL E INOVAÇÃO: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA


    No cenário dinâmico da educação contemporânea, a gestão educacional desempenha um papel central na promoção de práticas inovadoras e na construção de ambientes de aprendizagem mais inclusivos e eficazes. A edição de março da Revista Gestão & Educação reafirma seu compromisso com a disseminação do conhecimento científico ao trazer reflexões e pesquisas que contribuem para o avanço das políticas e práticas educacionais. Nesta edição, destacamos estudos que abordam temas essenciais para a melhoria da educação, desde a formação docente até o uso de tecnologias digitais como ferramentas pedagógicas. Os desafios enfrentados por gestores escolares, a importância da liderança educacional e a necessidade de adaptação a novas metodologias de ensino são alguns dos tópicos explorados pelos pesquisadores cujos artigos compõem esta publicação. Além disso, refletimos sobre as mudanças no
    cenário educacional global, considerando o impacto das transformações sociais e tecnológicas no ensino e na aprendizagem. A inovação pedagógica e a gestão estratégica das instituições educacionais são aspectos cada vez mais relevantes para garantir a qualidade do ensino e a formação integral dos estudantes. Convidamos nossos leitores a explorar os artigos desta edição, que oferecem contribuições valiosas para pesquisadores, gestores, professores e demais profissionais da área da educação. Esperamos que as discussões aqui apresentadas inspirem novas práticas e fomentem um diálogo contínuo sobre o futuro da educação.


    Boa leitura!
    Profª Dra. Adriana Alves Farias
    Editora Chefe - Revista GESTÃO & EDUCAÇÃO

  • Gestão & Educação (Julho/2022)
    v. 5 n. 05 (2022)

     A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

    Por meio da tecnologia assistiva, como programas que ajudam na comunicação, a inclusão ganha eficiência e ajuda a explorar todo o potencial dos alunos, tendo em vista que permite que todos acessem os mesmos recursos e, portanto, participem das aulas de forma igualitária. A tecnologia pode proporcionar às pessoas com as mais variadas deficiências, maior independência e aquisição de competências que as tornem aptas a adquirir conhecimento como os demais alunos, fazendo necessário buscar constante inovação nesse aspecto educacional, podendo diminuir a exclusão. No contexto escolar pode-se citar como recursos tecnológicos o computador, a internet, a televisão, o rádio, reprodutores de vídeo, materiais impressos e as tecnologias convencionais que não são novas, como retroprojetores e outros, que ainda podem ter utilidade pedagógica na escola. A inovação para inclusão social mostra como a tecnologia tem uma missão que vai além de entretenimento e trabalho. Ela serve para romper barreiras e dar mais bem-estar e dignidade a todos, transformando a sociedade para melhor. A importância da tecnologia é a chave da renovação contínua em nosso modo de viver. Por meio dela alcançamos patamares nunca imaginados e progredimos de maneira espantosa marcando a nossa história. Sem os avanços tecnológicos, nosso modo de vida não seria tão complexo.

     

    Eliana Duarte de Souza
    Pós - Graduada em Secretariado e Assessoria Executiva - Uninter
    Centro Universitário

  • Gestão & Educação (Fevereiro/2023)
    v. 6 n. 02 (2023)

     LITERATURA INFANTIL

     Em casa ou na escola, os livros de histórias infantis, despertam a imaginação dos pequeninos e servem como uma porta de entrada para o autoconhecimento. Especialmente na primeira infância, período que vai desde o nascimento até os seis anos de idade. Tudo aquilo que os pequenos têm acesso e convivem, tornam-se referências na construção de suas teorias de mundo, suas ideias de família, de sociedade, de relações e de si mesmos. Dessa forma, se uma criança sempre consome livros ou programas em que um padrão (de comportamento ou de imagem) se repete, aquela mensagem será captada como uma verdade para ela. Sensibilizar as crianças para o respeito às diferenças é necessário. Fortalecer a autoestima por meio de uma reflexão de que há espaço para todos serem os protagonistas de uma história é romper as barreiras do preconceito que perpetua as desigualdades. A literatura infantil é uma excelente aliada, já que muitos autores têm se dedicado a falar, de forma lúdica, sobre racismo, representatividade e ancestralidade negra. A literatura, de uma forma geral, auxilia na compreensão do mundo e das relações humanas através da exposição dos contextos sociais existentes. Ou seja, por meio do texto literário, o indivíduo pode ter contato com a realidade que o cerca e assim, ser capaz de elaborar e reelaborar melhor suas questões a respeito de si, do outro, do mundo e da vida. 

     
    Profa. Dra. Adriana Alves Farias
    Editora-chefe

##common.pagination##